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Nunca foi fácil ter uma família segundo o padrão de Deus

A que geração você pertence?

A impressão que se tem hoje é que as crianças estão perdendo a inocência mais cedo.

Como cumprir os padrões bíblicos, se a infância e a adolescência de hoje são tão diferentes em comparação aos costumes da época bíblica? Será que os costumes mundanos pressionam muito mais hoje do que antigamente?

Sem dúvida, no passado, uma criança demorava um pouco mais de tempo para adquirir a consciência de ser pecadora, ficava mais tempo na “inocência”.

Hoje, a criança chega à idade da consciência muito mais cedo. A influência da mídia tem sido muito forte nesta área.

Há trinta anos, quando surgia a chamada “Geração Y”, dizíamos: Há uma geração antes da TV e uma geração depois da TV. Quem teve uma infância sem TV em casa é da geração antes da TV. Quem, desde que nasceu, já convive com a TV, muitas vezes até como sua babá eletrônica é da geração depois da TV.

Hoje, estamos diante da “Geração Z”, e podemos afirmar: Há uma geração antes da mídia digital e uma geração depois da mídia digital.

Nunca foi fácil ter uma família segundo o padrão de Deus

Será que há alguém que gostaria de ter vivido em outra época para constituir a sua família? Será que houve algum período da história da humanidade que possa ser considerado mais fácil para educar os filhos?

Eu penso que não.

Teria sido fácil viver na época de Noé, quando a violência prevalecia? E na época de Ló, quando a imoralidade não conhecia limites? E viver na época do império babilônico, ou grego, ou romano? Ou na Idade Média? Ou no século XVIII e XX? Quanta perversidade e imoralidade.

Nunca foi e nunca será fácil constituir uma família segundo o padrão de Deus. As pressões sempre foram e serão muito fortes, mas “maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4.4).

E seja qual for a época, é preciso sempre lembrar que a família é uma instituição divina e o Senhor quer e vai preservá-la.

O dever dos pais para com os seus filhos

Na Palavra de Deus há um ensino muito evidente sobre o dever dos pais em relação aos filhos. Você já reparou no pensamento do Senhor ao anunciar a Abraão a destruição de Sodoma e Gomorra? Ele disse: “Ocultarei a Abraão o que estou para fazer, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo” (Gênesis 18.17-19).

Antes do povo de Israel entrar na terra prometida, recebeu uma solene instrução sobre o dever de amar ao Senhor de todo o coração, de ter as Suas palavras no coração e de inculcá-Las nos filhos, seja assentado em casa, seja andando pelo caminho, seja na hora de deitar, seja na hora de levantar. Confira em Deuteronômio 6.1-6.

Estas instruções foram dadas na forma de mandamento. Não eram opcionais.

No Novo Testamento fica clara esta responsabilidade, em Efésios 6.4: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor“. Uma boa análise deste versículo demonstra que a palavra “pais” (pateres, no original grego), refere-se apenas aos homens pais e não inclui as mães. Isto não quer dizer que as mães podem ficar omissas, mas a principal responsabilidade de ensino está nas mãos dos pais, que infelizmente, não cumprem adequadamente o papel esperado.

A ordem de Provérbios 22.6 é muito clara: “Instrui o menino no caminho em que deve andar e até quando envelhecer não se desviará dele“. Como os pais podem cumprir com eficiência este mandamento?

Conselhos para os pais

Uma das melhores maneiras é a prática do Culto Doméstico, antes mesmo de nascerem os filhos. Quando estes vão chegando, desde pequeninos, participam com seus pais daqueles instantes de leitura bíblica, de oração, de louvor, de envolvimento com o trabalho missionário através da intercessão, e desenvolvem assim o amor e o compromisso com o Senhor.

Entretanto, é preciso tomar cuidado para que o Culto Doméstico não seja um ritual mecânico.

Um valor importantíssimo que deve ser desenvolvido dentro de casa é o exemplo de vida cristã dos pais, dia-a-dia, nas ações e nas reações, pois os filhos seguem as pegadas dos pais.

Muitos pais priorizam mil atividades na igreja em detrimento dos filhos. Podemos ver muitos exemplos disso em lares de líderes das igrejas, onde os pais, ocupados nos deveres santos, deixaram seus filhos relegados à segundo plano.

Outro conselho é o de aproveitar todas as oportunidades e circunstâncias para compartilhar do Senhor e Sua Palavra (sentado, deitado, levantado, andando, comendo, brincando, passeando, etc). Para isso é preciso ter a Palavra do Senhor no coração. Lembre-se de que “a boca fala do que está cheio o coração” (Lucas 6.45b).

Outro ponto de fundamental importância é a presença e a participação de toda a família numa igreja onde as crianças são valorizadas e há investimento sério da liderança da mesma na educação bíblica das crianças. Alguns pais apenas apontam o caminho da igreja, infelizmente. Em algumas igrejas, lamentavelmente, as crianças são como que um estorvo ou apenas “isca” para atrair os pais.

A expressão “instrui o menino no caminho em que deve andar” traz a idéia de certificar se a criança entrou no Caminho. Como Jesus é o caminho, os pais deveriam não só apontar este Caminho, mas conduzir seus filhos à salvação e se certificarem que eles entraram, de fato, no Caminho.

Querido papai, querida mamãe, vocês já conduziram o seu filho a Cristo? O privilégio de evangelizá-lo e de discipulá-lo é de vocês!

Pr. Gilberto Celeti
superintendencia.apec@apec.com.br
Superintendente Nacional da APEC do Brasil

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O que, de fato, se ensina à criança hoje?crianças 2

O versículo “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6) talvez seja um dos mais conhecidos e citados quando o assunto é a criança. No entanto, a questão é a seguinte: Até que ponto acreditamos em sua afirmação e agimos de acordo? O que, de fato, se ensina à criança hoje?

Entremos, por um momento, numa casa em que haja pais com filhos nos primeiros anos de sua vida; talvez um deles já iniciando sua experiência na escola. Quais brincadeiras e brinquedos atraem estas crianças? Quanto tempo de conversação os pais têm com os seus filhos? Em que momento todos se reúnem para oração e leitura da Bíblia? Será que a família tem tempo para conversar? Será que faz suas refeições diante da televisão? Será que estas crianças ficam totalmente “ligadas” nos celulares, nos smartphones, na Netflix, nos games, nos programas de tv, nos jogos da internet?

Entremos, também, numa sala de aula. Que tipo de ensino recebem as crianças? Será que ouvem que o mundo surgiu por acaso? Ou na sequência de um processo evolutivo? E que não existe um Criador?

E se entrarmos numa igreja local, encontraremos crianças sendo devidamente orientadas quanto à Pessoa de Deus? Quanto ao evangelho todo da salvação em Cristo? Quanto ao valor e à riqueza da Bíblia, a Palavra de Deus? Ou será que encontraremos apenas entretenimento sem conteúdo e professores despreparados? O que, afinal, está sendo colocado nas mentes das crianças?

 

A BATALHA PARA CONQUISTAR AS MENTES INFANTIS

Todos os dias, chegam em nossas casas, via satélite, imagens das guerras que acontecem ao redor do mundo. Ficamos horrorizados com as cenas de crianças esqueléticas por causa da fome, dos bairros destruídos por bombas, das crueldades, dos tiroteios, das barbáries, dos choros e lamentos, das cenas de desolação e morte.

E a guerra espiritual para dominar a mente das crianças e da juventude, quem a observa? Quem se choca? Há uma guerra real acontecendo diante de nós para tomar conta das mentes das crianças, e não nos apercebemos disto. Trata-se de uma guerra invisível, de forças satânicas, para capturar os cérebros infantis. Não há percepção desta batalha, pois não é visível. Não se consegue visualizar o que está acontecendo na esfera espiritual.

Satanás age de maneira estratégica quando investe na mente infantil, lançando mão de suas setas destruidoras: a pornografia, a sexualidade precoce, a exploração sexual das crianças, os jogos atraentes do ocultismo, as brigas, etc. Quantas vidas estão sendo destruídas e ficando miseráveis? As crianças estão sendo ensinadas, por exemplo, a olharem a homossexualidade como algo normal. Isto é um ataque às suas mentes. Quem percebe estes ataques destruidores às mentes das crianças?

As famílias estão sendo bombardeadas! Não há filme ou novela que não lance estas granadas mortíferas para desestabilizar, descaracterizar e destruir a família. A família está sendo arrebentada, quebrada. Quantas famílias fracas, com crianças deprimidas que buscam nas drogas algum tipo de escape. O ódio de satanás às crianças fica patente no elevadíssimo índice de abortos que se pratica diariamente, em toda parte. O número de abortos revela uma crueldade imensa.

As crianças têm as suas mentes bombardeadas através de jogos e vídeos em que a violência e o satanismo seguem de mãos dadas. Os jogos de RPG, por exemplo, incentivam o mal e premiam a perversidade, o ódio, a violência maldade. É um verdadeiro absurdo! E as crianças estão sendo ensinadas assim.

Nessa guerra invisível, há bombas lançadas nas mentes de líderes de igrejas evangélicas, que cegam o entendimento para as necessidades espirituais das crianças.  Muitos não percebem que o melhor tempo para se conduzir uma vida a Cristo é quando esta vida está na infância. A ideia tão comum que a evangelização é para ser feita depois da infância é um grande equívoco.

 

ENSINAR AS CRIANÇAS NO CAMINHO EM QUE DEVEM ANDAR!

É preciso voltar a Provérbios 22.6 e praticá-lo. É preciso ensinar a criança no caminho em que deve andar. Não apenas as crianças dos lares ou igrejas cristãs, mas todas as crianças que estão ao nosso redor.

É preciso voltar a Provérbios 22.6 e praticá-lo. Onde alcançar as crianças? Buscando-as onde elas se encontram. Olhe para as escolas ao redor de sua casa ou de sua igreja. Imagine cada escola sendo considerada um campo missionário da igreja!

Ou, então, olhe para as crianças de sua rua, do seu prédio, da sua vizinhança. Imagine o que seria se os lares cristãos abrissem suas portas, uma vez por semana, para que as crianças venham aprender o caminho em que devem andar.

As portas ainda estão abertas e há muitos adversários. Até quando teremos esta preciosa e grande oportunidade de alcançar as crianças nas creches, nos abrigos, nas escolas, nos lares cristãos com Clubes Bíblicos Semanais?

O número daqueles que agem em favor da evangelização e do discipulado das crianças, é muito pequeno, quase nada, diante da imensidão das crianças que estão ao nosso redor e não têm acesso ao ensino da Palavra de Deus, por falta de pessoas dedicadas, e voluntárias.

Por falta de ensino bíblico e cristão, uma geração rebelde está sendo formada. Precisamos agir com ousadia, para que tenhamos amanhã, não uma geração perversa, ímpia e rebelde, mas homens e mulheres que andem no caminho, que é Cristo! Ainda está em nossas mãos a realização desta preciosa tarefa: “ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22.6).

Vamos acreditar nesta verdade. Vamos trabalhar por ela.

Pr. Gilberto Celeti

E-mail: superintendencia.apec@apec.com.br

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O ABORTO

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A HISTÓRIA QUE SE REPETE
A mamãe Judite, carregando nos braços um bebê, entra no consultório médico e, diante do profissional, começa a se lamentar:
— Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero outro filho em tão curto espaço de tempo. Eu preferia dar um espaço maior entre um e outro.
O médico pergunta:
— Muito bem… e o que a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, responde:
— Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.
O médico fica em silêncio por alguns instantes e então diz à mulher:
— Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorri, certa de que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouve dizer:
– Veja bem, minha senhora… para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer… Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.
A mulher se apavora:
— Não, doutor! Que horror! Matar uma criança é crime! É infanticídio!
O médico sorri e, depois de algumas considerações, convence a mãe de que não existe a menor diferença entre matar o bebê já nascido e o feto ainda por nascer, mas que já vive no ventre materno.
O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo.

O ABORTO E A QUESTÃO LEGAL
No Brasil, o aborto é considerado como crime contra a vida humana pelo Código Penal Brasileiro, em vigor desde 1942, prevendo detenção de um a três anos para a gestante que o provocar ou consentir que outro o provoque, de um a quatro anos para quem provocá-lo em gestantes com seu consentimento e de três a dez anos para quem o provocar em gestantes sem o seu consentimento.
No Brasil, o aborto é permitido em caso de estupro, de risco de vida da mãe ou se o feto for anencefálico, conforme decisão do STF pela ADPF 54, votada em 2012.
Em 2004, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a obrigatoriedade do SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei. No entanto, o médico pode se recusar a fazer o aborto, por razões de consciência. Na ocasião, o próprio Ministro da Saúde expressou sua opinião de que o aborto é semelhante a um assassinato.
O aborto tem sido analisado e discutido. As opiniões se dividem entre aqueles que o condenam veementemente e até aqueles que são completamente favoráveis, sem restrições, e que, para amenizar o próprio significado da palavra “aborto” ou da sua própria consciência, o chamam de procedimento de antecipação terapêutica de parto. Suavizam nas palavras, mas o crime é o mesmo.

O ÓDIO DE SATANÁS PARA COM AS CRIANÇAS
Satanás tem um ódio cruel contra os bebês, desde o momento em que , disfarçado de serpente no paraíso, ouviu do Eterno Deus as seguintes palavras: “Eu farei com que você e a mulher sejam inimigas uma da outra, e assim também serão inimigas a sua descendência e a descendência dela. Esta esmagará a sua cabeça, e você picará o calcanhar da descendência dela” (Gênesis 3.15-NTLH).
Veja bem que a primeira criança a nascer, Caim, foi alvo de uma ação tão intensa do diabo. O diabo o odiou. O apóstolo João se refere a Caim desta maneira: “Não sejamos como Caim, que pertencia ao maligno e matou o próprio irmão” (1 João 4.12).
Como explicar os milhares de abortos que acontecem diariamente? Mães matando os seus próprios filhos. Médicos, enfermeiros e clínicas de aborto clandestinas matando os bebês. Que ódio às crianças!
Lembra-se do ódio de Faraó, ordenando que todos os meninos fossem jogados no Rio Nilo (Êxodo 1.22)? Lembra também, por ocasião do nascimento de Jesus, o ódio que foi demonstrado por Herodes, mandando matar, em Belém e nas suas vizinhanças, todos os meninos de menos de dois anos (Mateus 2.16)?
Quem inspirava Faraó e Herodes? O mesmo que hoje odeia todos quantos nascem da mulher e que foi muito bem descrito, como um ser que age sempre: “Cheio de todo o engano e de toda a malícia” que é “inimigo de toda a justiça” e que não cessa ”de perverter os retos caminhos do Senhor”? (Atos 13.10)

A PERVERSÃO DO PECADO
Embora a lei conceda amparo legal para o aborto no caso de estupro ou de risco para a mãe, é preciso olhar bem a realidade e verificar que a grande maioria dos abortos está sendo praticada por causa da dureza do coração e como consequência de viver uma vida pecaminosa e depravada.
A palavra é mesmo esta: depravação – ato ou efeito de depravar- se; perversão, corrupção. Degeneração mórbida. (Dicionário Aurélio). A sociedade esta pervertida e corrompida. A prática do adultério tornou-se avassaladora. É o ponto alto dos filmes e das novelas. A facilidade com que nestes filmes e novelas as pessoas imediatamente se juntam para a prática do sexo é uma abominação. As pessoas se entregam aos vícios, à devassidão, à imoralidade, ao pecado. E quando, então, surge a gravidez – a b o r t o!
Isto não pode ser admitido. Precisa ser combatido. Aborto é crime! Aborto é assassinato! Alguém dirá: Condenar é fácil, o que se pode fazer?
Este é o momento para se proclamar a preciosa mensagem do evangelho, centralizado na Pessoa e na Obra do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ainda é tempo para pregar a mensagem da reconciliação: “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo mesmo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado (JESUS), ele (DEUS) o fez pecado por nós; para que, nEle (JESUS), fossemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5.19-21).
Este é o momento de demonstrar amor, de ser amigo dos que ainda não conhecem o amor de Deus e de lutar para que os valores da vida sejam preservados e não os da morte e do pecado.

ANTES QUE EU TE FORMASSE NO VENTRE, TE CONHECI
Em toda a Bíblia, é patente o valor das crianças, consideradas como herança de Deus (Gênesis 33:5; Salmos 113:9; 127.3; 128:3-6). Ele é quem permite a gravidez (Gênesis 29:33; 30.22; 1 Samuel 1:19-20; Lucas 1:24,25).
A passagem bíblica em Jeremias 1:4,5 revela uma realidade maravilhosa: “Ora veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei; às nações te dei por profeta”. Aquela vida que começa a ser formada no ventre materno está totalmente dentro de uma perspectiva divina, conhecida por Deus, com um propósito especial a executar, dentro da Sua Sábia e Perfeita Sabedoria.

CONCLUSÃO

Diante da triste realidade, numa época em que os valores do amor, da justiça, da paz, da bondade, do altruísmo, enfim, os valores morais são tão ridicularizados, é preciso aumentar o EXÉRCITO daqueles que investem na formação de uma nova geração, para que estas crianças depositem a sua confiança no Senhor Jesus Cristo e sejam firmadas nos princípios da Bíblia, a Palavra de Deus, aprendendo desde pequeninos o valor da vida, para que se tornem adultos responsáveis, prontos a receber e a amar os filhos que Deus vier a lhes dar, e nunca a abortá-los.

Gilberto Celeti
Superintendente Nacional da APEC/Brasil
superintendencia.apec@apec.com.br

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FAMÍLIA NO PADRÃO DE DEUS

Nunca foi fácil ter uma família segundo o padrão de Deus
FAMÍLIA NO PADRÃO DE DEUS

A que geração você pertence?

A impressão que se tem hoje é que as crianças estão perdendo a inocência mais cedo.

Como cumprir os padrões bíblicos, se a infância e a adolescência de hoje são tão diferentes em comparação aos costumes da época bíblica? Será que os costumes mundanos pressionam muito mais hoje do que antigamente?

Sem dúvida, no passado, uma criança demorava um pouco mais de tempo para adquirir a consciência de ser pecadora, ficava mais tempo na “inocência”.

Hoje, a criança chega à idade da consciência muito mais cedo. A influência da mídia tem sido muito forte nesta área.

Há trinta anos, quando surgia a chamada “Geração Y”, dizíamos: Há uma geração antes da TV e uma geração depois da TV. Quem teve uma infância sem TV em casa é da geração antes da TV. Quem, desde que nasceu, já convive com a TV, muitas vezes até como sua babá eletrônica é da geração depois da TV.

Hoje, estamos diante da “Geração Z”, e podemos afirmar: Há uma geração antes da mídia digital e uma geração depois da mídia digital.

Nunca foi fácil ter uma família segundo o padrão de Deus

Será que há alguém que gostaria de ter vivido em outra época para constituir a sua família? Será que houve algum período da história da humanidade que possa ser considerado mais fácil para educar os filhos?

Eu penso que não.

Teria sido fácil viver na época de Noé, quando a violência prevalecia? E na época de Ló, quando a imoralidade não conhecia limites? E viver na época do império babilônico, ou grego, ou romano? Ou na Idade Média? Ou no século XVIII e XX? Quanta perversidade e imoralidade.

Nunca foi e nunca será fácil constituir uma família segundo o padrão de Deus. As pressões sempre foram e serão muito fortes, mas “maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4.4).

E seja qual for a época, é preciso sempre lembrar que a família é uma instituição divina e o Senhor quer e vai preservá-la.

O dever dos pais para com os seus filhos

Na Palavra de Deus há um ensino muito evidente sobre o dever dos pais em relação aos filhos. Você já reparou no pensamento do Senhor ao anunciar a Abraão a destruição de Sodoma e Gomorra? Ele disse: “Ocultarei a Abraão o que estou para fazer, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo” (Gênesis 18.17-19).

Antes do povo de Israel entrar na terra prometida, recebeu uma solene instrução sobre o dever de amar ao Senhor de todo o coração, de ter as Suas palavras no coração e de inculcá-Las nos filhos, seja assentado em casa, seja andando pelo caminho, seja na hora de deitar, seja na hora de levantar. Confira em Deuteronômio 6.1-6.

Estas instruções foram dadas na forma de mandamento. Não eram opcionais.

No Novo Testamento fica clara esta responsabilidade, em Efésios 6.4: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor“. Uma boa análise deste versículo demonstra que a palavra “pais” (pateres, no original grego), refere-se apenas aos homens pais e não inclui as mães. Isto não quer dizer que as mães podem ficar omissas, mas a principal responsabilidade de ensino está nas mãos dos pais, que infelizmente, não cumprem adequadamente o papel esperado.

A ordem de Provérbios 22.6 é muito clara: “Instrui o menino no caminho em que deve andar e até quando envelhecer não se desviará dele“. Como os pais podem cumprir com eficiência este mandamento?

Conselhos para os pais

Uma das melhores maneiras é a prática do Culto Doméstico, antes mesmo de nascerem os filhos. Quando estes vão chegando, desde pequeninos, participam com seus pais daqueles instantes de leitura bíblica, de oração, de louvor, de envolvimento com o trabalho missionário através da intercessão, e desenvolvem assim o amor e o compromisso com o Senhor.

Entretanto, é preciso tomar cuidado para que o Culto Doméstico não seja um ritual mecânico.

Um valor importantíssimo que deve ser desenvolvido dentro de casa é o exemplo de vida cristã dos pais, dia-a-dia, nas ações e nas reações, pois os filhos seguem as pegadas dos pais.

Muitos pais priorizam mil atividades na igreja em detrimento dos filhos. Podemos ver muitos exemplos disso em lares de líderes das igrejas, onde os pais, ocupados nos deveres santos, deixaram seus filhos relegados à segundo plano.

Outro conselho é o de aproveitar todas as oportunidades e circunstâncias para compartilhar do Senhor e Sua Palavra (sentado, deitado, levantado, andando, comendo, brincando, passeando, etc). Para isso é preciso ter a Palavra do Senhor no coração. Lembre-se de que “a boca fala do que está cheio o coração” (Lucas 6.45b).

Outro ponto de fundamental importância é a presença e a participação de toda a família numa igreja onde as crianças são valorizadas e há investimento sério da liderança da mesma na educação bíblica das crianças. Alguns pais apenas apontam o caminho da igreja, infelizmente. Em algumas igrejas, lamentavelmente, as crianças são como que um estorvo ou apenas “isca” para atrair os pais.

A expressão “instrui o menino no caminho em que deve andar” traz a idéia de certificar se a criança entrou no Caminho. Como Jesus é o caminho, os pais deveriam não só apontar este Caminho, mas conduzir seus filhos à salvação e se certificarem que eles entraram, de fato, no Caminho.

Querido papai, querida mamãe, vocês já conduziram o seu filho a Cristo? O privilégio de evangelizá-lo e de discipulá-lo é de vocês!

 

Pr. Gilberto Celeti
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