27 DE SETEMBRO – DIA DE COSME E DAMIÃO – COMPARTILHE COM SUAS CRIANÇAS

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Este é parte do ESPÁÇO CRIANÇAS ano 11 nº 36. Uma publicação da APEC. Conheça esta série acessando aqui a loja virtual da APEC.

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CRIANÇAS DEFICIENTES OU CRIANÇAS COM LIMITAÇÃO DE ATIVIDADE?

1) QUAL É A MELHOR ATITUDE COM AS CRIANÇAS DEFICIENTES?

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Há certas palavras que geralmente usamos e que precisam ser questionadas, como por exemplo, a palavra “deficiente”.
A Organização Mundial da Saúde está recomendando “pessoas com limitação de atividade” ao invés de “pessoas com deficiência física”.
Será que a mudança de termos pode produzir mudança de atitude?
Seria bom se assim fosse.
Nesta matéria para melhor compreensão, usaremos o termo “deficiência”.

As deficiências são variadas e podem ter as mais diferentes causas:

DEFICIÊNCIAS
• Auditivas
• Físicas
• Mentais
• Emocionais
• Visuais
• Múltiplas

CAUSAS
• Nascimento
• Doenças
• Acidentes
• Negligência
• Abusos
• Pobreza e guerra

A questão mais importante a ser discutida refere-se à nossa atitude em relação às pessoas com deficiências. Como será possível mudar a maneira de pensar e de reagir cada vez que nos deparamos com um deficiente? Como ter a atitude correta no sentido de ver o deficiente como alguém que possa participar efetivamente do dia a dia das nossas atividades? O fato é que mesmo pessoas com deficiência, que aceitam e entendem a sua própria situação, têm muita dificuldade em lidar com as atitudes daqueles que os cercam.
Quando examinamos a maravilhosa atitude de Jesus para com os deficientes, ficamos impressionados. Jesus sempre achou tempo para aceitar, para conversar e para ajudar a todos que se aproximavam com as mais variadas deficiências: cegos, surdos, leprosos, paralíticos, epilépticos. Se repararmos bem, uma grande parte do seu ministério foi voltada especialmente para os que seriam considerados deficientes.
Vamos fazer algumas perguntas para nós mesmos e vamos respondê-las honestamente:
• Conhecemos pessoas deficientes em nossas comunidades?
• Nós as aceitamos ou as evitamos?
• Será que as consideramos inferiores?
• Achamos que não temos responsabilidades com elas?
• Conhecemos crianças e adultos deficientes que são mantidos afastados porque as pessoas que deles cuidam os consideram vergonhosos?
• Por que não há deficientes em nossas igrejas?
As atitudes em relação à deficiência são o principal problema a ser enfrentado. Precisamos ganhar consciência disto, assim como buscar caminhos para alcançar as crianças deficientes, ganhando-as para Cristo.

2) FLASH SOBRE DEFICIÊNCIA

• Oferecer aparelhos adequados para ajudar as pessoas a se movimentarem, permite uma independência maior e, talvez, acesso ao trabalho.
• Ensinar atividades para a vida diária diminui a dependência das crianças com deficiências, e os pais têm mais tempo para outras atividades.
• Ensinar a linguagem dos sinais permite que as pessoas surdas se integrem às outras pessoas e se tornem membros da comunidade mais confiantes e produtivos.
• Os cuidados com a saúde (por exemplo, vacinas, nutrição) e as necessidades educacionais são as mesmas para todas as pessoas, mas as evidências sugerem que há desigualdade:
• As crianças com deficiência têm uma maior probabilidade de morrerem jovens por serem pobres ou negligenciadas.
• As crianças com deficiência têm maior probabilidade de serem malnutridas.
• Em alguns países, 80% das crianças com deficiências podem morrer com menos de cinco anos.
• Menos de 2% das crianças com deficiências sérias recebem educação nos países em desenvolvimento.
• As mulheres com deficiência têm 2 a 3 vezes mais probabilidade de serem vítimas de abuso físico ou sexual.
• A deficiência está vinculada à pobreza, razão pela qual é necessário ter planos e estratégias para ajudar estas pessoas especiais.
• A meta de quem trabalha com deficientes deve ser trabalhar com as suas capacidades e não com as suas deficiências.

3) QUESTÕES QUE EXIGEM RESPOSTAS

• Quais tipos de preconceitos contra as pessoas deficientes existem na sua comunidade?
• Qual deveria ser a atitude cristã em relação às pessoas com deficiência?
• O que você pode fazer para desafiar o preconceito contra a deficiência que existe na sociedade em que vive: pessoalmente, como igreja, como organização?
• O que você pode fazer para ajudar a incluir as pessoas com deficiências na sua comunidade: pessoalmente, como igreja, como organização?
• O que leva muitas pessoas a pensar que as crianças com deficiências não podem progredir? É esta a atitude correta? Se não, por quê?
• Qual a importância de acompanhar o progresso das crianças com deficiências individualmente?
• O que pode ser feito para ajudar tais crianças a desempenhar um papel mais pleno na sua comunidade?
• Que papel você poderia ter como indivíduo, como igreja, como organização?
• Que materiais há que poderiam ser transformados em brinquedos adequados para crianças com deficiências?
• Que tipos de auxílio você pode dar aos pais de crianças com deficiências, como indivíduo, como igreja, como organização?

4) MUDANDO ATITUDES

a) Portas fechadas devido a problemas e preconceitos
As pessoas com deficiências sentem-se, muitas vezes, excluídas da sociedade. Podemos dizer que para elas as portas estão fechadas. Uma porta fechada significa a adoção de atitudes negativas em relação aos deficientes. Não há o mínimo desejo de lhes ensinar qualquer habilidade ou de dar-lhes oportunidades para que venham a melhorar a sua qualidade de vida. Onde estão as crianças deficientes? Na maioria das vezes estão escondidas atrás de portas fechadas.
Conheça estas portas:

• Fatalismo
Muitas crianças são abandonadas. As pessoas acreditam em “reencarnação” e têm um ponto de vista fatalista. Em alguns países é comum pensar que crianças deficientes devem ser deixadas para morrer, para que possam voltar como pessoas melhores. Há crianças que se arrastam pelo chão o tempo todo. Muitas vezes por um problema de nascimento que ocasiona um pé torto, até poderia ser corrigido, mas os pais acham que deve ser assim, pois foi determinado pelos espíritos.

• Falta de apoio
As pessoas com deficiências são apenas toleradas pelos familiares e pelos vizinhos. Todos os consideram como tendo pouco ou nenhum valor e que são incapazes de contribuir para a melhoria da família e da comunidade.

• Vergonha
O preconceito social faz com que as pessoas com deficiência sintam-se excluídas. Elas não têm oportunidade de participar da vida da comunidade. Os próprios familiares sentem-se abandonados. No caso de crianças é muito comum vê-las isoladas, e se acontece receberem visitas, a criança fica trancada no quarto.

• Discriminação
São oferecidas poucas oportunidades para integrar as pessoas com deficiência à comunidade. Quando há seleção de empregados numa firma, os deficientes são preteridos. É raro vê-los inseridos no mercado de trabalho.

b) Portas começam a abrir-se – Soluções

Entretanto, à medida que estas atitudes negativas começam a mudar, a porta começa a abrir-se. Todos nós podemos ajudar a tornar mais positivas as atitudes em relação à deficiência.
Vamos abrir as portas:

• Desenvolvimento físico e mental
Ter um filho com deficiência é um desafio para todos os pais, quer eles vejam a criança como punição ou com uma dádiva de Deus. Embora a maioria dos pais cuide destas crianças no sentido de mantê-las aquecidas, abrigadas e alimentadas, muitas vezes há pouca compreensão da importância e do valor de se estimular o seu desenvolvimento. Vamos abrir portas para que estas crianças sejam atendidas por organizações que tenham recursos para estimulá-las física e mentalmente.

• Desenvolvimento de habilidades
Vamos abrir portas para que tenham acesso a todo e qualquer tipo de treinamento, não só escolar, mas também profissional, artesanal, musical, etc.

• Superar o preconceito social
Vamos abrir portas para que as crianças deficientes participem de atividades com crianças normais, através de esportes, brincadeiras, dramatizações, etc.

• Criar oportunidades
Vamos abrir portas para que elas produzam objetos de madeira, artesanatos, cartões, marcadores de livros, quadros, presentes, e tantos outros objetos, que possam trazer algum recurso para ajudar suas famílias, ou mesmo para que consigam se empregar.

c) Portas totalmente abertas – O ponto de vista de Deus!
A nossa meta deveria ser a porta aberta. Uma porta aberta permite que as pessoas com deficiência vivam como Deus quer que vivam: sem preconceitos e com oportunidades para desempenhar um papel na comunidade que use o seu potencial completo.
Porta aberta significa que o deficiente é aceito:

• Criado à imagem de Deus
Todos nós fomos feitos à imagem de Deus – as pessoas com deficiência e as sem deficiência. Todos nós fomos criados para um propósito, com algo valioso para oferecer. Todos nós. Deus não discrimina ninguém. As pessoas podem discriminar, mas Deus não. As pessoas com deficiência têm muito para dar, mas assim como todos, elas precisam de uma abertura. Uma porta totalmente aberta.

• Amado incondicionalmente
O Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para que todos pudessem receber o perdão de seus pecados. Reconciliados com Deus experimentamos assim o seu amor e a sua paz, independente da condição física.

• Parte da comunidade
Apreciar as capacidades daqueles que são deficientes, ouvir as suas opiniões e reconhecer o seu potencial só enriquece o convívio de todos. Não podemos ignorar, nem negligenciar a presença dos deficientes em nosso meio.

• Valorizado
Em Jesus Cristo, através do novo nascimento, todas as pessoas podem conhecer o seu verdadeiro valor, como filhos e filhas do Deus Vivo e Eterno. Todos também incluem aqueles que são deficientes.

5) OS BEM-AVENTURADOS DO PONTO DE VISTA DA CRIANÇA DEFICIENTE
(extraído da publicação “Informaciones para padres de niños y jovenes com necessidades especiales. Serrano, J.ª Marrero, E. Blas. G. C. de San – Mérida – Venenzuela – 1989)

1. Bem aventurados os que compreendem o meu estranho caminhar e as minhas mãos atrofiadas.
2. Bem aventurados os que sabem que os meus ouvidos têm que se esforçar para compreender o que dizem.
3. Bem aventurados os que compreendem que, ainda que os meus olhos brilhem, minha mente é lenta.
4. Bem aventurados os que olham e não veem a comida que eu deixo cair fora do prato.
5. Bem aventurados os que com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
6. Bem aventurados os que nunca me lembram de que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
7. Bem-aventurados os que compreendem como é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
8. Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
9. Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora eu não consiga me expressar.
10. Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou e não como eles gostariam que eu fosse.

6) ATITUDES FELIZES PARA COM A CRIANÇA DEFICIENTE
(Tomando como base o tópico anterior, a Dra. Karla Daniele Maciel e o Pr. Natanael Cardoso Negrão enviaram sugestões para este tópico nº 6)

1. Felizes (Bem-aventurados) os que me aceitam como sou, com um estranho caminhar e mãos atrofiadas, reconhecendo que o Soberano Deus me permitiu nascer assim.
2. Felizes (Bem-aventurados) os que percebem meu esforço para entender o que dizem; por isso, ‘ouço’ mais com os olhos e ‘falo’ melhor com as mãos.
3. Felizes (Bem-aventurados) os compreendem que minha mente é lenta, ainda que meus olhos brilhem; por isso, ‘entendo melhor’ tocando nas coisas e cheirando.
4. Felizes (Bem-aventurados) os que não me censuram pela falta de coordenação motora; por isso, a comida que cai do prato.
5. Felizes (Bem-aventurados) os que são pacientes comigo e, com um sorriso, me estimulam a tentar mais uma vez.
6. Felizes (Bem-aventurados) os que se esforçam para compreender minha hipersensibilidade a barulhos e luzes fortes, alterações repentinas de comportamento ou quando entro em meu ‘mundo’ particular.
7. Felizes (Bem-aventurados) os que atendem a ordem do SENHOR para nos anunciar o evangelho, reconhecendo que, como quaisquer outras crianças, nós também estamos separados espiritualmente de Deus por causa do pecado e precisamos da vida de Deus, que está em Cristo Jesus, o Salvador.
8. Felizes (Bem-aventurados) os que se sacrificam pela nossa evangelização e discipulado e, mesmo sem apoio ou sofrendo todo tipo de discriminação e desprezo, permanecem firmes. Alegrem-se, pois é grande a sua recompensa diante de Deus; pois, assim sofreram os servos de Deus no passado.

7) APEC E O MINISTÉRIO COM CRIANÇAS DEFICIENTES

São milhares de crianças com deficiência física, mental, visual e auditiva. Como ouvirão do Salvador Jesus? Por que em nossas igrejas não existem deficientes?
Que todas as barreiras que impedem a evangelização dos deficientes sejam derrubadas e que o Senhor levante servos dispostos a trabalhar nesta seara tão grande e praticamente sem nenhum obreiro.
A Aliança Pró Evangelização das Crianças, APEC tem no seu quadro de missionários o casal Pr. Edílson Menezes e sua esposa Jerusa, que estão empenhados na evangelização das crianças deficientes com trabalhos em classes de crianças especiais das Escolas Públicas e em várias instituições como APAE, AACD, e tantas outras.
Palestras, seminários e cursos especiais têm sido ministrados, em várias partes do Brasil, para obreiros que desejam trabalhar com as crianças deficientes.
O que nos preocupa é que esta seara é muito grande e não há obreiros. O Pr. Edílson, integralmente dedicado a este ministério, é portador de deficiência visual e auditiva. Apesar de desenvolver um bom trabalho na evangelização das crianças, ele sempre encontra várias dificuldades, devido ao preconceito generalizado que cerca este assunto. Que bênção tê-lo entre nossos colegas de ministério! Louvamos a Deus por ele!
Há muitas barreiras a vencer e só o Senhor pode levantar pessoas que se dediquem a este ministério. Vamos buscar as crianças deficientes e conduzi-las ao Senhor Jesus. Lembremo-nos das suas palavras registradas em Mateus 18:14: “Da mesma forma, o Pai de vocês que está nos céus não quer que nenhum destes pequeninos se perca” (NVI).
Se desejar compartilhar suas experiências, ou dar suas opiniões, ou mesmo obter mais informações sobre o trabalho com crianças deficientes, escreva para a Aliança Pró Evangelização das Crianças – APEC – Caixa Postal 20244 – CEP 04035-990 – São Paulo – SP. O E-mail é: ministerial.apec@apec.com.br

Pr. Gilberto Celeti
Superintendente Nacional da APEC
superintendencia.apec@apec.com.br

Observações:

A ilustração deste artigo é a capa da Revista “O EVANGELISTA DE CRIANÇAS” nº 241 de out-nov-dez/2015. Em 2015 a revista trouxe o tema da criança deficiente em todas as suas edições.

Está sendo ministrado na Sede Nacional da APEC, em 9 (nove) módulos, um a cada mês, o Curso CRIANÇAS DEFICIENTES – INCLUSÃO SÁBIA E RELEVANTE.

No Congresso a ser realizado nos dia 03 a 06 de dezembro de 2015, um dos seminários falará sobre: A INVISIBILIDADE DAS CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA.

VEJA AQUI OS ASSUNTOS PARA ORAÇÃO DO DIA DE ORAÇÃO EM FAVOR DA CRIANÇA DEFICIENTE – 21 DE SETEMBRO.

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